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Bitcoin supera US$ 10 mil pela primeira vez desde março de 2018

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Publicado por em junho 24, 2019 em Noticias

 

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Google+ chega ao fim após vazamentos de dados e baixa popularidade

Entenda o que muda e quais foram os motivos do encerramento da rede social

Google+ saiu do ar oficialmente nesta terça-feira (2). Os perfis e páginas da rede social do Google foram desativados e todo o conteúdo – posts, fotos, vídeos e comentários – será apagado em alguns meses. Além da falta de adesão dos usuários à plataforma, disponível para celulares Android e iPhone (iOS), o encerramento também foi provocado por dois casos de vazamentos de dados. O primeiro ocorreu em expôs cerca de 500 mil perfis em outubro de 2018. O outro foi ainda maior e afetou mais de 50 milhões de contas.

Desde fevereiro de 2019, a empresa impediu a criação de novos perfis, páginas, comunidades ou eventos no Google+. Os usuários tiveram até o dia do encerramento para fazer o backup de fotos e vídeos, por exemplo. Apesar do prazo, quem quiser poderá acessar parcialmente alguns conteúdos, já que a exclusão completa será dentro de alguns meses. O sistema habilita enviar os arquivos para serviços de armazenamento como Google DriveDropboxOneDrive ou Box.

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O que muda com o encerramento do Google+

Mesmo com o fim do prazo para salvar arquivos da sua conta no Google+, o usuário ainda pode acessar diversos conteúdos na rede social. O recurso é possível, pois o Google levará alguns meses para excluir todo o conteúdo da plataforma. Ou seja, as pessoas podem ter acesso parcial ao próprio perfil na rede social via registro de atividades.

No entanto, não será mais possível fazer login com sua conta do Google+ em sites e aplicativos. A partir desta data, os usuários precisam usar a conta do Google para acessar os serviços. Quem tem o G Suite ainda poderá usar a perfil da plataforma.

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Entenda os motivos do fim do Google+

Diversas causas foram responsáveis pelo encerramento do Google+. Uma delas pode ter sido a falta de adesão dos usuários à rede social se comparada aos concorrentes, como Facebook e Instagram. Outro fator está relacionado ao vazamento de informações privadas da plataforma. Em outubro de 2018, uma brecha de segurança no Google+ expôs informações de cerca de 500 mil perfis do serviço.

De acordo com o Google, o vazamento de dados foi provocado por um erro nas Interfaces de Programa de Aplicação (APIs). Dessa forma, 438 apps terceiros conectados à plataforma tiveram acesso a informações privadas dos perfis. Após a polêmica, a empresa anunciou o encerramento do Google+ para agosto de 2019.

O segundo caso de violação do conteúdo privado dos usuários ocorreu em dezembro de 2018. Este teve proporções bem maiores e atingiu mais de 50 milhões de contas. Dessa forma, o fim da rede social do Google foi antecipado para 2 de abril de 2019. Na época, dados como nome, e-mail, idade e profissão ficaram desprotegidos. Segundo a empresa, a causa da vulnerabilidade também diz respeito ao erro nas APIs.

Fonte: Techtudo

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Publicado por em abril 4, 2019 em Noticias

 

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Golpistas distribuem extensões falsas do Chrome no Facebook

A empresa de segurança Radware revelou que golpistas publicaram links no Facebook para disseminar extensões maliciosas para o navegador Google Chrome, do Google. Os links publicados no Facebook pelos usuários infectados levam uma página falsa que copia a aparência do YouTube, mas exige — falsamente — a instalação de uma extensão para reproduzir o vídeo.

Segundo a Radware, foram infectadas 100 mil pessoas em 100 países diferentes. Os três países mais infectados eram as Filipinas, Venezuela e Equador. Juntos, os três eram responsáveis por 75% das contaminações.

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Pedido de instalação de extensão do Chrome sobre site com aparência copiada do YouTube (Foto: Radware)

O Chrome só permite a instalação de extensões cadastradas na Web Store, que é mantida pelo próprio Google. Para conseguir listar as extensões maliciosas na loja, os golpistas copiaram extensões legítimas e injetaram um código extra, dando a aparência de uma extensão verdadeira.

O nome do golpe, que a Radware batizou de “Nigelthorn”, é baseado na Nigelify, uma extensão legítima para o Chrome que foi copiada pelos criminosos.

Uma vez instalada, a extensão é capaz de realizar várias atividades, incluindo:

 Roubar senhas de acesso ao Facebook/Instagram;
 Publicar e enviar mensagens no Facebook/Instagram (o que é usado para atrair novas vítimas);
 Mineração de criptomoeda, o que gera lucro para os invasores;
 “Assistir” a vídeos no YouTube (de forma invisível) ou inscrever a vítima em canais sem autorização;
 Redirecionar o navegador para abrir páginas específicas.

As extensões maliciosas já foram removidas da Chrome Web Store, mas internautas devem ter cuidado ao instalar qualquer extensão do Chrome, especialmente quando o pedido da instalação vier de sites fora da Web Store.

Fonte: Globo

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Publicado por em outubro 16, 2018 em Noticias

 

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Facebook vai bancar cabo submarino de 2.500 quilômetros entre Brasil e Argentina

Cabo submarino Malbec de 2.500 Km e ligará Rio de Janeiro e São Paulo a Buenos Aires e deverá fortalecer conexões entre os países do cone sul

cabo

O Facebook anunciou na quarta-feira (5) que será parceiro de um novo cabo submarino chamado Malbec, ligando Rio de Janeiro e São Paulo à Argentina. Ele terá 2.500 quilômetros de extensão e deve começar suas operações no primeiro semestre de 2020.

Segunda a empresa especializada TeleGeography, o Facebook já é coproprietário de pelo menos dez cabos submarinos ao redor do mundo. Entre eles está o cabo submarino Marea, em parceria com a Microsoft, que conesta os Estados Unidos até a Espanha; e o cabo Havfrue, do Google, que ainda não está ativo mais ligará a costa leste dos Estados Unidos até a Dinamarca.

Já o Malbec vai ligar Rio de Janeiro a São Paulo através de um landing point em Praia Grande (SP) e seguirá até uma estação em Las Toninas, na Argentina, para se conectar a Buenos Aires. A instalação do cabo já começou e ficará a cargo da Alcatel Submarine Networks, ou seja, o Facebook será apenas um dos financiadores.

Já o Malbec vai ligar Rio de Janeiro a São Paulo através de um landing point em Praia Grande (SP) e seguirá até uma estação em Las Toninas, na Argentina, para se conectar a Buenos Aires. A instalação do cabo já começou e ficará a cargo da Alcatel Submarine Networks, ou seja, o Facebook será apenas um dos financiadores.

O Malbec pertence, oficialmente, à Globenet, operadora de cabos submarinos controlada pelo banco BTG Pactual, e foi anunciado originalmente em maio, mas sem a parceria com o Facebook. A empresa estava procurando “OTTs, provedoras de cloud e clientes de operadoras que querem aumentar seu alcance em toda a região”, segundo o Teletime.

A Globenet não revela qual será a velocidade de seu cabo submarino, mas informa que ele possui seis pares de fibras ópticas, o dobro da capacidade atual de conexão entre a Argentina e outros países.

Segundo a Globenet, o cabo submarino Malbec permitirá conectar empresas no Cone Sul (Argentina, Chile, Uruguai e sul do Brasil) e criará uma rota mais direta aos Estados Unidos. Ela tem 23.500 km de cabos submarinos instalados nas Américas. Com essa iniciativa, o Facebook espera ampliar sua influência e sua presença na região, num momento em que sua imagem está desgastada por conta dos recentes escândalos de vazamento de dados de seus usuários.

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Publicado por em setembro 14, 2018 em Noticias

 

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Zuckerberg pede desculpas por Cambridge Analytica e anuncia pente fino

CEO do Facebook diz que confiança dos usuários “foi quebrada”. E anuncia investigação de todos os apps em atividade na rede social. mark

Após quase cinco dias de silêncio depois que o escândalo do uso indevido de dados de 50 milhões de usuários do Facebook pela consultoria política Cambridge Analytica estourou, o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, finalmente veio a público se explicar.

Em um post publicado em sua página oficial do Facebook, Zuckerberg faz uma recapitulação dos fatos em torno da Cambridge Analytica, diz que a empresa está trabalhando para averiguar e entender o que aconteceu, confirma que a companhia está em conversa com órgãos regulatórios e admite que a confiança entre a rede social e seus usuários “foi quebrada”.

“Isso [o escândalo] foi uma quebra de confiança entre [Aleksandr] Kogan, Cambridge Analytica e Facebook. Mas também foi uma quebra de confiança entre o Facebook e as pessoas que compartilham seus dados conosco e que esperam que nós os protejamos. Precisamos corrigir isso”. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, e se não conseguimos, então não merecemos servir vocês”, escreve Zuckerberg.

Medidas duras

No post, o CEO anuncia algumas das novas medidas tomadas e promete que mais virão em breve:

1- Investigar todos os apps que, no passado, tenham tido acesso a grandes volumes de informações antes da mudança da regra do uso de dados implementada em 2014, e fazer uma auditoria completa em qualquer app de atividade suspeita. Os desenvolvedores que não concordarem com a auditoria serão banidos da plataforma, garante Zuckerberg. E aqueles que for provado estiverem fazendo mau uso de dados pessoais identificáveis serão banidos e os usuários afetados informados. Isso, segundo Zuckerberg, vai incluir pessoas afetadas pelo uso do app de Kogan.

2- Restringir ainda mais o acesso dos desenvolvedores a dados pessoais para, segundo Zuckerberg, prevenir outros tipos de abuso. Por exemplo, remover o acesso dos desenvolvedores aos dados de usuário se o usuário nao tiver acessado o app nos últimos 3 meses. E daqui para frente permitir que um app possa receber apenas nome, foto do perfil e endereço de email do usuário. Uma medida complicada: exigir que os desenvolvedores não só obtenham a aprovação do acesso aos dados mas também que tenham de ter um contrato assinado quanto quiserem ter acesso aos posts e outros dados privados de alguém.

3- Nos próximos meses, o Facebook apresentará no topo do News Feed dos usuários uma ferramenta que mostra os apps que ele usou e com um recurso fácil para revogar o acesso aos dados para esses apps. O recurso existe dentro da área de controle de privacidade, mas agora a empresa quer mantê-la na frente dos usuários o tempo todo.

Cambridge Analytica

Sobre o escândalo, que custou ao Facebook até agora a perda de US$ 52 bilhões de dólares em valor de mercado, Zuckerberg afirma que está trabalhando para entender o que aconteceu e para ter certeza de que não vai acontecer de novo. E insiste que a empresa já teria tomado as medidas para evitar esse problema em 2014. “As medidas mais importantes para evitar que isso aconteça de novo hoje já foram tomadas anos atrás. Mas nós também erramos, há mais para fazer e nós precisamos nos mexer e fazer”.

Zuckerberg garante que o Facebook baniu o app do pesquisador Aleksandr Kogan em 2015 ao ser alertado de que ele teria compartilhado os dados com a consultoria. E que teria recebido a confirmação de ambos de que os dados tinham sido apagados dos servidores. “Na semana passada, com as reportagens do The Guardian, The New York Times e Channel 4 denunciando que a Cambridge Analytica poderia não ter apagado os dados como tinham dito, nós imediatamente banimos ambos de usarem nossos serviços”, escreve Zuckerberg.

Segundo o fundador do Facebook, uma firma de auditoria forense foi contratada e vai analisar os servidores da Cambridge Analytica, que concordou com a auditoria.

“Eu criei o Facebook e, no final do dia, eu sou o responsável pelo que acontece na nossa plataforma. Estou seriamente comprometido em fazer o que for necessário para proteger a nossa comunidade. Embora esse problema específico envolvendo a Cambridge Analytica não deveria nunca mais acontecer com os apps de hoje, isso não muda o que aconteceu no passado. Vamos aprender com essa experiência a proteger nossa plataforma ainda mais e fazer nossa comunidade mais segura daqui para frente”, escreve um contrito Zuckerberg.

* Colaborou Silvia Bassi, especial para o IDGNow!

Fonte : IDGNow

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Publicado por em março 22, 2018 em Noticias, Windows XP

 

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Anúncio falso dos Correios no Facebook instala vírus no PC da vítima

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A internet é uma armadilha, e quem não está esperto pode levar a pior. A mais nova dessas emboscadas circula pelo Facebook em forma de post patrocinado que leva para um site praticamente idêntico ao dos Correios, mas que baixa um arquivo .zip para infectar o computador da vítima.

O post circula livremente das redes sociais, uma vez que o Facebook não filtra seus anunciantes. A empresa apenas verifica se há algum problema caso algum usuário reporte alguma situação inadequada por meio das ferramentas da companhia.

A publicação se apresenta como o próprio site dos Correios, com link para uma página que se assemelha à área de rastreamento de encomendas da estatal. No entanto, não importa qual código de rastreamento seja colocado no campo de buscas, o site baixa um arquivo .zip com arquivos danosos à máquina.

 correios

No Facebook, a página utiliza o logo dos Correios como imagem de perfil, mas usa o nome “Rastreiototal”. O link, por sua vez, direciona para um outro domínio, chamado de “rastreioveloz”; nenhuma das marcas tem nada a ver com a estatal.

Em comunicado enviado ao Olhar Digital, os Correios dizem estar investigando o caso, mas confirmam que a página não tem nada a ver com a empresa.

“Os Correios estão apurando o caso e acionarão os representantes do Facebook no Brasil para solucioná-lo. Como prestadores de serviços de interesse coletivo, assim como as instituições bancárias, a empresa é alvo frequente de ações de grupos ou pessoas com interesses mal intencionados. Os Correios alertam os seus clientes que não abram links que não sejam de seus canais oficiais de comunicação e reiteram que não enviam, em hipótese alguma, mensagens eletrônicas sem autorização do cliente, tampouco concede permissão para que terceiros o façam em seu nome. Orientações como essa são disponibilizadas no site dos Correios (www.correios.com.br) e, também, na página oficial no Facebook (www.facebook.com/correios/)”

 

Fonte: Olhar Digital

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Publicado por em janeiro 31, 2018 em Noticias, Windows XP

 

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Facebook para o trabalho’ deve ser lançado em janeiro

facebook-at-work

A versão do Facebook para ser usada no trabalho está quase pronta e será lançada no começo de janeiro, segundo informa o Wall Street Journal. A novidade, batizada de “Facebook at Work”, é testada por menos de uma dúzia de companhias e ainda está sendo finalizada.

O WSJ informa que o produto inicialmente será gratuito e sem publicidade. E será oferecido apenas a empresas que pedirem para participar.

É a terceira vez que essa iniciativa surge no noticiário. Na semana passada, o Financial Times trouxe a informação de que o produto já estava em testes e, em junho, o TechCrunch tratava pela primeira vez sobre o que então era chamado de “FB@Work”.
Ele teria um formato quase idêntico ao Facebook convencional, com feed de notícias, grupos e chat, mas sem fotos de família, baladas etc. Ao separar a vida pessoal dos usuários da profissional, o Facebook dribla a desconfiança de muitas empresas que bloqueiam o acesso à rede social para evitar distrações e ainda entra no mercado corporativo, hoje dominado por sites como LinkedIn.

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Publicado por em novembro 24, 2014 em Noticias

 

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